entrega da pauta

Metalúrgicos de Minas iniciam campanha salarial com entrega da pauta de reivindicações à Fiemg

Os metalúrgicos de Minas fizeram, nessa quinta-feira, 30 de julho, a entrega da pauta de reivindicações da campanha salarial unificada 2015 à Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG).

Com o lema, “Nenhum direito a menos e mais avanços sociais”, os metalúrgicos iniciaram a campanha salarial com um ato na frente da FIEMG, que reuniu vários dirigentes sindicais das três centrais que negociam unificadas nessa campanha: CUT, CTB e Força Sindical.

Durante o ato, os sindicalistas fizeram discursos em defesa da valorização dos metalúrgicos e contra a retirada de direitos.

Neste ano os metalúrgicos de Minas negociam, além dos índices de reajuste salarial, todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). As principais novidades na CCT são com relação a inclusão de itens que contemplam a saúde e a segurança do trabalhador e as mulheres.

A data base dos metalúrgicos de Minas é 1º de outubro.

“Este é o momento de fazermos a negociação e não admitir nenhum direito a menos. Vamos lutar para avançar nas conquistas. Temos que fazer valer a nossa força e a nossa união para sermos vitoriosos nesta campanha unificada”, afirmou o presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos (FEM-CUT/MG ), José Wagner Moraes de Oliveira.

“Estamos nesta luta e por esta pauta, que prevê mais avanços para nós, mulheres. Esta pauta é extremamente importante para os nossos direitos. E contra as tentativas de retirar direitos da nossa categoria”, disse Maria Ferreira Lopes, da FEM-CUT/MG e do Sindicato dos Metalúrgicos de Belo Horizonte, Contagem e Região (Sindimetal).

“É muito importante a união as centrais nesta campanha salarial. A unidade e a solidariedade deveria se estender a todos os segmentos, a todas as demandas, para as parcerias contivessem as forças de direita, para varrermos de dez as tentativas de retrocesso. Contem com a CUT e com a base CUTista nesta luta que vocês estão começando”, afirmou a secretária de Organização e Política Sindical da CUT/MG, Lourdes Aparecida de Jesus Vasconcelos.

“Nossa campanha começa num momento preocupante, com as forças golpistas se unindo com os empresários, que tentam nos retirar conquistas. Esta conta não vai ser paga por nós, não vamos perder as conquistas que são frutos do nosso trabalho. É o momento de articular a nossa luta e avançar, com uma bela campanha”, analisou o vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais, Carlos Magno de Freitas.

manifestação

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