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Movimentos vão às ruas de BH protestar contra o governo golpista

Em mobilização unificada da Frente Brasil Popular Minas e da Frente Povo Sem Medo, que reuniu militantes e dirigentes da CUT, da CTB, dos movimentos sindical, sociais e populares, lideranças políticas, trabalhadoras, trabalhadoras e ganhou a adesão da população, milhares de pessoas saíram às ruas de Belo Horizonte, na noite desta terça-feira (9), para gritar mais uma vez “Fora, Temer”  e protestar contra o golpe em curso no país, defender a democracia, os direitos sociais e as conquistas do povo e da classe trabalhadora brasileiros.

Durante o protesto, representantes de entidades sindicais e movimentos sociais denunciaram à população as propostas do governo golpista e usurpador de reforma da Previdência, de retirada de direitos trabalhistas, de privatização da Petrobras, dos Correios, da Caixa, do Banco do Brasil, da entrega do patrimônio do povo brasileiro às empresas, de sucateamento do SUS e da educação, e de acabar com as políticas públicas, entre outros projetos que já estão no Congresso Nacional.

A concentração começou por volta das 17 horas, na Praça Afonso Arinos, na Região Central, foi seguida de marcha, que passou pela Avenida Augusto de Lima, Rua São Paulo, Avenida Amazonas, Praça Sete e Praça da Estação, onde a manifestação foi encerrada com um ato público.

“Estamos aqui para dizer não ao retrocesso, não à retirada de direitos, não ao golpe e para gritar fora Temer. Nossa mobillização é permanente. Na próxima terça-feira, dia 16, para barrar o golpe, vai haver atividades de várias categorias e ato em defesa dos serviços públicos. E, no final deste mês, estaremos em Brasília. A classe trabalhadora não vai aceitar um golpe contra um governo democraticamente eleito e vai estar nas ruas para garantir direitos que foram conquistados com muita luta”, afirmou Jairo Nogueira Filho, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG).

“Nós temos que ocupar o Senado. Aquele espaço é nosso. A Conen representa o povo negro, das vilas, das favelas. E não aceitamos este governo e este Congresso racistas, homofóbicos, misógenos. A população tem que entender que é o seu direito que está em jogo, em favor de uma elite racista, que quer roubar a nossa jovem democracia, roubar os votos de 54 milhões de brasileiras e brasileiros”, disse  Eva Alves, da Coordenação de Entidades Negras do Brasil (Conen).

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