BRASILIA, DF,  BRASIL,  01-10-2015, 09h00: Um pato inflável de 12 metros de altura é visto no gramado em frente ao congresso, na esplanada dos ministérios em Brasília. O ato marca o lançamento da campanha "Não vou pagar o Pato" em Brasília, organizado pela FIESP. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Sistema S ajuda sindicato patronal a viver sem imposto sindical

Entidades patronais que apoiaram o fim da contribuição sindical obrigatória, previsto pala reforma trabalhista em discussão no Congresso, têm condições de abrir mão do imposto porque ele representa uma fatia muito pequena dos recursos que as sustentam – ao contrário do que ocorre com a maioria dos sindicatos de trabalhadores.

No ano passado, o imposto sindical respondeu por apenas 11% do orçamento de R$ 164 milhões administrados pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), segundo balanço da entidade obtido pela Folha.

As entidades patronais contam com uma fonte muito mais vultosa de recursos do que o imposto sindical: taxas previstas em contratos firmados para gerir o sistema S (Sesi, Senai, Sesc e etc.). Na Fiesp, essa taxa levou ao repasse de R$ 100 milhões no ano passado, o equivalente a 60% do orçamento da federação.

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