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V Plenária da FEM/CUT-MG aprova apoio a reeleição da presidente Dilma

A V Plenária da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT de Minas Gerais, realizada nos dias 6 e 7 de junho, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte, contou com a presença e participação de todos os sindicatos filiados a FEM/CUT-MG.

Além dos representantes sindicais, estiveram na plenária o ex-ministro do desenvolvimento social e combate a fome, Patrus Ananias, a ex-prefeita de Betim, Maria do Carmo Lara, o presidente da CNM Paulo Cayres, Loricardo de Oliveira da CNM e o diretor regional do Dieese, Fernando Duarte.

Durante o encontro foi debatido questões relacionadas a campanha salarial da categoria, o Dieese fez uma apresentação acerca da economia do país, Paulão falou sobre o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), Loricardo expos sobre eleições sindicais e Patrus fez uma análise sobre a conjuntura política.

Colocado em votação o apoio da FEM/CUT-MG ao projeto de governo do Partido dos Trabalhadores e da presidente Dilma, a plenária foi unanime em aprovar.

“Nós sabemos o país precisa melhor muito, precisamos melhorar também o diálogo com o governo federal e estadual para que eles atendam a pauta dos trabalhadores, mas nós reconhecemos também que nesses últimos 12 anos tivemos muitos avanços, basta pegar os gráficos para confirmar. A classe trabalhadora também tem muito o que conquistar e com certeza será mais fácil alcançar nossos objetivos através desse governo progressista que está a frente do país”, disse o presidente da FEM/CUT-MG, José Wagner.

Cenário econômico

Para Fernando Duarte do Dieese, o cenário atual colocado pela mídia com relação a economia tem que ser combatido pelos dirigentes sindicais. “A mídia passa uma sensação de crise profunda no país para desestabilizar o governo e gerar uma expectativa de negociação salarial desfavorável, porém a realidade é diferente. As informações divulgadas na mídia com indicadores negativos de crescimento se dão se comparados com os avanços dos anos anteriores. Fazendo uma análise dos números sem a comparação verifica-se que o crescimento sempre se manteve positivo”.

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