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Paralisação na Stola do Brasil termina com dirigentes agredidos pela PM

Mais uma vez, o governo do Estado de Minas Gerais mostrou que tem lado e não é do classe trabalhadora.

Repressão da PM

Repressão da PM

Na mobilização ocorrida no dia (04/11) na Stola do Brasil, empresa do grupo FIAT, a diretora do Sindicato dos Metalúrgicos BH/Contagem Tânia juntamente com outros dirigentes  sindicais foram covardemente agredidos pela PM mineira, que ao invés de proteger a sociedade e manter a segurança pública, atuam como “cães de guarda” dos interesses dos patrões, que se negam a negociar seriamente com a categoria.

Dirigente Tânia do Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem sendo agredida

Dirigente Tânia do Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem sendo agredida

A manifestação surpresa  na porta de fábrica na BR 262 foi recebida por um forte aparato policial que tentou intimidar a ação do sindicato em defesa dos trabalhadores. Mesmo com as práticas anti-sindicais corriqueiras a campanha Salarial continua à pleno vapor, mobilizando os metalúrgicos para as próximas ações como a operação tartaruga, paralizações relâmpago  e preparação para a Greve.

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Os dirigentes agredidos irão denunciar esta violência e não se intimidarão na luta!

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